O termo Reserva geralmente indica um vinho que passou por algum período de amadurecimento em barris de carvalho e envelhecimento na própria garrafa.

Estes processos, quando realizados de maneira sensata, trazem inúmeros benefícios ao vinho, principalmente aqueles que, ao término da vinificação, encontram-se muito ‘duros’ e precisam ser ‘amaciados’ antes de serem consumidos.

O tempo de guarda em barris de carvalho para um vinho ser considerado Reserva muda de país para pais, mas normalmente é no mínimo 3 meses.

O termo Reservado tem um papel fundamental no mundo do vinho: Confundir a cabeça dos consumidores!

A nomenclatura que confunde-se com o termo Reserva não quer dizer absolutamente nada.

Os vinhos que carregam este título são, na maioria das vezes, vinhos de entrada de muitas vinícolas, isto é, os vinhos mais simples que o produtor elabora.

Normalmente produzidos em grande quantidade, sem estágio em madeira e envelhecimento em garrafa.

E isto se reflete no preço, pois são os vinhos mais baratos que você pode encontrar.

Uma curiosidade, é que estes vinhos não aparecem no portfólio das vinícolas e, há quem diga, que são produzidos somente para a exportação para países onde a cultura do vinho não está tão difundida, confundindo os consumidores e atraindo-os pelo preço baixo.

Portanto vinho Reserva é algo bom vinho Reservado provavelmente não é bom.

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